Sempre amei ver esperanças, sempre me foi passado que sua presença era um presságio de boas novas, de coisas boas, de sorte! Com o desmatamento desvairado feito pelo homem, raramente se vê mais essa lindeza.
As vezes quando viajo para Miguel Pereira, ainda dou sorte de aparecer uma por lá, e fico um tempão admirando a delicadeza desse bichinho, a perfeição de suas asas, sua tranquilidade e a paz que ela me passa.
Antigamente aqui pelo Rio, volta e meia uma entrava pela janela, pois as ruas eram muito mais arborizadas, propiciando ninhos confortáveis para elas e para os passarinhos.
Sinto falta da Avenida Copacabana cheia de árvores, da Igreja de Nossa Senhora de Copacabana que foi colocada abaixo para erguerem uma nova em prédio modernoso. As árvores foram cortada por causa da quantidade de fios que foram sendo colocados nos postes, porque não fizeram logo a fiação subterrânea né? Não, era mais fácil cortar as coitadinhas!
Resultado: Foram-se as árvores, os passarinhos, as esperanças, as cigarras e "quem ficaram"?????? Quem quem quem ?????
A MOSQUITADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
Gente do céu, como tem mosquito por aqui, caramba, eles chegam a colidir com a cara da gente, fazem redemoinho e tudo embaixo da mesinha da minha sala. Coloquei uma tela mosquiteira, mas "os povo" aqui de casa tem preguiça de puxar e deixam os "vampirinhos" entrarem e fazerem a festa na perna da gente, ainda mais aqui no micro!
A falta dos passarinhos, inimigos pessoais dos mosquitos, faz com que eles se proliferemmmmmmm por demaisssssss, e quem sofre somos nós. Fumacê não vejo faz tempo, nem sei se vai voltar, não adianta nem pedir a tal da Sucam, não tem verba.
Enfim! Enquanto a esperança não vem dar o ar da graça por aqui, vou olhando essa que arrumei, quem sabe alguma pensa que é um parente distante e resolve pousar no meu ombro!
Afinal, "ELA", é a última que morre!
Carinhosamente,

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